Steve Jobs era obsessivo pelos seus produtos. Mas era um mestre em motivar seus funcionários. Um outro vídeo de 1984 (não o do Super Bowl) ilustra como fazia isso.
Steve Jobs era obsessivo pelos seus produtos. Mas era um mestre em motivar seus funcionários. Um outro vídeo de 1984 (não o do Super Bowl) ilustra como fazia isso.
O Facebook não quer ficar para trás na experiência de seus usuários em celulares.
A Apple pagar dividendos surpreendeu mais que o iPad3.
A estratégia do business futebol tem lições a ensinar ao empresário de outros negócios.
Emular Steve Jobs, sem ser o gênio que ele foi, pode ser o caminho para o desastre.
Patrick Lencioni fala sobre a maior vantagem competitiva que uma empresa pode ter.
Você pode causar sérios danos a sua carreira, se acreditar que suas apresentações executivas são “vendas”. Veja as importantes diferenças que você precisa levar em conta.
O Brasil é a bola da vez. Na última semana Michel Hannas e Mauro Mello, sócios da Table Partners, foram entrevistados por dois veículos internacionais em matérias sobre as perspectivas de crescimento do país.
Apresentações executivas não são shows. E você não precisa – nem deve – ser um Steve Jobs.
Em casos extremos, elas podem determinar o sucesso ou insucesso da sua organização.
Avalie a força de sua apresentação, antes de realizá-la.
Invista tempo da liderança na construção de respostas e visões que você possa chamar de “nossas”, não de “a estratégia da consultoria X”.